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Posts com tag “Teoria crítica

Gilles Deleuze – Una vida filosófica

Rizoma

Conferências sobre o filósofo francês Gilles Deleuze realizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo em 1996 pelo Colégio Internacional de Estudos Filosóficos Transdisciplinares. Um conjunto de contribuições de campos disciplinares diversos e contextos culturais e filosóficos contrastantes, que têm em comum a profunda simpatia intelectual de seus autores pela obra filosófica de Deleuze.

Autor: Eric Alliez

Publicação Original: Conferências sobre o filósofo francês Gilles Deleuze realizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo em 1996 pelo Colégio Internacional de Estudos Filosóficos Transdisciplinares. Um conjunto de contribuições de campos disciplinares diversos e contextos culturais e filosóficos contrastantes, que têm em comum a profunda simpatia intelectual de seus autores pela obra filosófica de Deleuze.

Idioma: Espanhol

Link para Download: http://www.4shared.com/get/AjfNoaid/Gilles_Deleuze_-_A_imanncia_Um.html


Obras Escolhidas Volume I: Magia e técnica, Arte e Política.

“A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica”

Com efeito, quando o advento da primeira técnica de reprodução verdadeiramente revolucionária – a fotografia, contemporânea do início do socialismo – levou a arte a pressentir a proximidade de uma crise, que só fez aprofundar-se nos próximos cem anos seguintes, ela reagiu ao perigo iminente com a doutrina da arte pela arte, que é no fundo a teologia da arte. Dela resultou uma teologia negativa da arte, sob a forma de uma arte pura, que não rejeita apenas toda a função social, mas também qualquer determinação objetiva. ( Na literatura, foi Mallarmé o primeiro a alcançar esse estágio). É indispensável levar em conta essas primeiras relações em um estudo que se propõe aestudar a arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Porque elas preparam o caminho para a descoberta decisiva:  com a reprodutibilidade técnica, a obra de arte se emancipa, pela primeira vez na história, de sua existência parasitária, destacando-se do ritual.

No momento em que o critério da autenticidade deixa de aplicar-se à produção artística, toda a função da arte se transforma. Em vez de fundar-se no ritual, ela passa a fundar-se em outras práxis: a política.

A arte registrava certas imagens, a serviço da magia, com funções práticas: seja como execução de atividades mágicas, seja como objeto de contemplação, à qual se atribuíamefeitos mágicos. Os temas dessa arte eram o homem e seu meio, copiados segundo exigências de uma sociedade cuja técnica se fundia inteiramente com ritual. Essa sociedadeé exatamente a antítese da nossa, cuja técnica é a mais antecipada que já existiu. Mas essa técnica emancipada se confronta com a sociedade moderna sob a forma de uma segunda natureza, não menos elementar que a sociedade primitiva, como provam as guerras e as crises econômicas.

O rádio e cinema não modificam apenas a função do intérprete profissional, mas também a função de quem se representa a si mesmo diante desses dois veículos decomunicação, como é o caso do político. O sentido dessa transformação é o mesmo no ator de cinema e no político, qualquer que seja a diferença entre as suas tarefasespecializadas. Seu objetivo é tornar “mostráveis”, sob certas condições sociais, determinadas ações de modo que todos possam controlá-las e compreendê-las, da mesma forma como o esporte fizera antes, sob certas condições naturais.

A diferença essencial entre autor e leitor está prestes a desaparecer. Ela se transforma em uma diferença funcional e contingente. A cada instante o leitor está pronto para a converter-se em um escritor.

A reprodutibilidade técnica da arte modifica a relação da massa com a arte. Retrógrada diante de Picasso, ela se torna progressista diante de Chaplin. O comportamento progressista secaracteriza pela relação direta e interna entre o prazer de ver e sentir, por um lado, e a atitude do especialista, por outro. Este vínculo constitui um valioso indício social. Quanto mais se reduz a significação social de uma arte, maior fica a distância, no público, entre a atitude de fruição e a atitude crítica, como se evidencia com o exemplo da pintura.

Do mesmo modo, um público que tem uma reação progressista diante de um filme burlesco,tem uma reação retrógrada diante de um filme surrealista.

A enorme quantidade de episódios grotescos atualmente consumidos no cinema constituem um índice impressionante dos perigos que ameaçam a humanidade, resultantes das repressões que a civilização traz consigo.

O cinema é a forma de arte correspondente aos perigos existenciais mais intensos com os quais se confronta o homem contemporâneo. Ele corresponde a metamorfoses profundas do aparelho perceptivo, como as que experimenta o passante, numa escala individual, quando enfrenta o tráfico, e como as experimenta, numa escala histórica, todo aquele que combate a ordem social vigente.

Autor: Walter Benjamin

Publicação original:1985

Editora: Brasiliense

Idioma: Português

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Walter Benjamin – Magia e Técnica, arte e política (Obras Escolhidas Vol. I)


Micropolíticas: Cartografias do desejo

Este livro expõe esse movimento de elaboração coletiva, o diálogo entre esse processo e Guattari e através de Guattari, o diálogo com um processo semelhante que teve lugar na Europa na década anterior e no qual participou intensamente. Apesar das diferenças enquanto aos conceitos e estratégias, o que estas situações tem em comum eram as possibilidades de articular macropolítica e micropolítica, tanto teóricas, como praticamente, de modo que se mostrassem indissociáveis as dinâmicas das forças de resistência e de criação que então se ativavam na construção de novos contornos da realidade. Se tratava de um dos maiores desafios daquelas décadas, depois do desencanto com as experiências do socialismo real.
Suely Rolnik
Autores: Félix Guattari e Suely Rolnik
Publicação original: 1986
Editora: Traficante de Sueños
Idioma: Espanhol
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Nietzsche e a Filosofia


Ariadne e a pantera, Johann Heinrich Dannecker, c. 1812

O sentido enquanto conceito filosófico

Todos, temos a mania de estabelecer conceitos e valores no que vimos, sentimos e vivenciamos em nosso dia-a-dia. O que não conseguimos, no entanto, é perceber que a sensação do valor que estabelecemospara os comportamentos, objetos ou situações pelas quais somos assediados diariamente podem estar carregados de pressuposições, às vezes até, não nossas. Isso pode ser explicável a partir do momento que aceitarmos que para qualquer fato, pensamento ou situação for admitida a possibilidade dessacoisa já ser possuidora de uma força originária de si própria, aceitando-se de que o sentido dessa coisa, está em quetodo objeto, pensamento ou ação é possuidor de força naturalmente,e portanto uma força dominante, mas sobre a qual outra dominação é exercida.
O que será possível desmistificar que ação ou reação de uma força estabelecida não é mero sintoma, mas sim, uma demonstração de força incorporada no objeto. Com isso se torna inadimissível supor que determinado acontecimento é reflexo de forças externas… é preciso conceber o sentido das forças e demonstrações que naquele momentoestão expostas ao julgamento, não como um processo construído e originado em outros setores alheios ao alí existentes. A idéia geradora desse tipo de pensamento está muito arraigada entre nós, pela pega da religiosidade com a admissão do bem e do mal, do certo e do errado, formando em tudo uma dicotomia opositora, que em verdade não deve ser vista como oposição, mas isto sim, como uma situação a ser percebida como diferenciada. Basta apenas que coloquemos nossa visão, não como instrumento julgador, mas simavaliador, para aí então podermos diferenciar tais nuances de maneira imparcial e capaz de perceber ser impossível conhecer osentido de alguma coisa, sem que primeiro saibamosqual a força dominante sobre o objeto naquele momento.
Falamos em força, mas o que seria a força? diriam muitos. São variadíssimos os conceitos entre os pensadores filosóficos, mas estamosnos identificando mesmo que, tênuemnente com o que podemos chamar de existencialismo, ou seja, que a força nada mais é do que a estabelecida pela realidade vivida pelos indivíduos em seus segmentos sociais: Toda força então é apropriação, exploração de uma parte dessa realidade. Assim, podemos perceber que as expressões de forças se apropriam na natureza e que essa natureza em seus aspectos diversos tem uma história construída através de uma sucessão de forças que lutam entre sí para dela se apoderar. A história de uma coisa é então a variação dos sentidos ou mesmo, a alternância dos fenômenos de dominação mais ou menos violentos. O sentido de uma coisa. muito singularmente defendido é uma questão do olhar, do avaliar e do sentir, com uma proposição de que o sentido de algo está em que, toda subjugação ou dominação, equivale simplesmente a uma interpretação nova.

Thadeu Ximenes

Autor: Gilles Deleuze

Publicação Original: 1962

Idioma: Português

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http://www.4shared.com/get/YeRGAjlw/Deleuze_-_Nietzsche_e_a_filoso.html


In girum imus nocte et consumimur igni e Crítica da separação

Não farei neste filme concessão alguma ao público. Muitíssimas, excelentes razões justificam, aos meus olhos, uma tal conduta, e as direi. Antes de mais nada, é por demais notório que jamais fiz concessões às idéias dominantes de minha época, nem a nenhum dos poderes existentes. Além disso, qualquer que seja a época, nada importante é comunicado em se poupando um público, ainda que fosse composto por contemporâneos de Péricles. E, no espelho congelado da tela, os espectadores não vêem atualmente nada que evoque os cidadãos respeitáveis de uma democracia.

Não farei neste filme concessão alguma ao público. Muitíssimas, excelentes razões justificam, aos meus olhos, uma tal conduta, e as direi. Antes de mais nada, é por demais notório que jamais fiz concessões às idéias dominantes de minha época, nem a nenhum dos poderes existentes.Além disso, qualquer que seja a época, nada importante é comunicado em se poupando um público, ainda que fosse composto por contemporâneos de Péricles. E, no espelho congelado da tela, os espectadores não vêem atualmente nada que evoque os cidadãos respeitáveis de uma democracia.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicação original: 1990

Editora: Oficina Raquel

Idioma: Português

Link para download:

http://www.4shared.com/document/tn9JEamc/Debord_-_In_girum_imus_nocte_e.html


Contribuição para uma definição situacionista de jogo

Aparelho indicador de caminho das derivas, Internacional Situacionista, c.1958

A notória confusão, tanto no vocábulo quanto na prática, que a noção de jogo traz consigo só pode ser resolvida se essa noção for considerada em seu movimento. As primitivas funções sociais do jogo, após dois séculos de sua negação provocada pela contínua idealização da produção, já não se apresentam como meros resíduos corrompidos, misturados com formas inferiores oriundas das necessidades da atual organização dessa produção. Ao mesmo tempo, surgem tendências progressivas do jogo ligadas ao próprio desenvolvimento das forças produtivas.

Internacional Situacionista

Autor: Internacional Situacionista

Publicação original: 1958

Editora:  Casa da Palavra

Idioma: Português

Link para download:

http://www.4shared.com/document/8ITRAsbH/Internacional_Situacionista_-_.html


Teoria da deriva

Levantamento de trajetos, Chombart de Lauwe, c. sem data

Entre os diversos procedimentos situacionistas, a deriva se apresenta como uma técnica de passagem rápida por ambiências variadas. O conceito de deriva está indissoluvelmente ligado ao reconhecimento de efeitos de natureza psicogeográfica e à afirmação de um comportamento lúdico-construtivo, o que o torna absolutamente oposto às tradicionais noções de viagem e de passeio.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicação original: 1956

Editora: Internationale Situationniste n°2

Idioma: Espanhol

Link para download:

http://www.4shared.com/document/4eRI4xV4/Debord_-_Teoria_da_deriva__Esp.html


Teses sobre a revolução cultural

In our spectatacular society, Internationale Situationniste, c.sem data

Tese n°2: A arte pode deixar de ser um relato sobre as sensações  para tornar-se uma organizaçāo direta de sensações superiores. Trata-se de produzir a nós mesmos e não coisas que nos escravizam.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicação original: 1958

Editora: Internationale Situationniste n°1

Idioma: Inglês

Link para download:

http://www.4shared.com/document/M1UM0uGh/Debord_-_Teses_sobre_a_revoluo.html


A sociedade do espetáculo

Uma teoria crítica como esta não tem que ser mudada: não enquanto não tiverem sido destruídas as condições gerais do longo período da história de que esta teoria teria sido a primeira a definir com exatidão. A continuação do desenvolvimento do período não fez se não confirmar e ilustrar a teoria do espetáculo cuja exposição, aqui reiterada, pode também ser considerada como histórica em uma acepçāo menos elevada: testemunha o que foi a posiçāo mais extremada por ocasiāo das disputas de 1968 e, portanto do que já era possível de saber em 1968. Os mais equivocados desta época puderam aprender a partir de então, pelas desilusões de toda sua existência, o que significavam “a negação da vida que se tornou visível”, “a perda da qualidade” ligada à forma-mercadoria e à “proletarização do mundo”.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicaçāo original: 1967

Editora:  Contraponto

Idioma: Português

Link para download:

http://www.4shared.com/document/A7qJxHFq/Debord_-_A_sociedade_do_espetc.html

Idioma: Francês

Link para download:

http://www.4shared.com/document/XtcVUDcw/Debord_-_A_sociedade_do_espetc.html


Introduçāo a uma crítica da geografia urbana

The Naked City, Guy Debord, c.1957

De todos os acontecimentos que participamos, com ou sem interesse, a busca fragmentária de uma nova forma de vida é o único aspecto ainda apaixonante. É necessário desfazer aquelas disciplinas que, como a estética e outras, se revelaram rapidamente insuficientes para essa busca. Deveriam se definir então alguns campos de observação provisórios. E entre eles a observação de certos processos do acaso e do previsível que se dão nas ruas.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicação original: 1955

Editora: Casa da Palavra

Idioma: Português

Link para download:

http://www.4shared.com/document/2jJ26vez/Debord_-_Introduo_a_uma_crtica.html

Idioma: Espanhol

Link para download:

http://www.4shared.com/document/YRGzsfnp/Debord_-_Introduo_a_uma_crtica.html