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Posts com tag “Psicologia

Mal de Arquivo: uma impressão freudiana

Com Freud, sem Freud, às vezes contra Freud, Mal de arquivo evoca sem dúvida um sintoma, um sofrimento, uma paixão: o arquivo do mal; mas também aquilo que arruina, desvia ou destrói o próprio princípio do arquivo, a saber, o mal radical. Levanta-se então infinito, fora de proporção, sempre em instância, em ‘mal de arquivo’, a espera sem horizonte acessível, a impaciência absoluta de um desejo de memória.

Jacques Derrida

Autor: Jacques Derrida

Publicação original: 1995

Editora: Relume Dumará

Idioma: Português

Link para download:

http://www.4shared.com/document/NwSu5Fm4/Derrida_-_Mal_de_Arquivo.html

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Da clausura do fora ao fora da clausura: Loucura e Desrazão

Esse trabalho parte do pressuposto de que por trás da distinção entre o saber clínico e a valorização estética (que incidem em geral sobre objetos diferentes mas vizinhos— o louco num caso, a loucura no outro) paira uma disjunção maior, histórica, já quase inconcebível para nós — a diferença entre Loucura e Desrazão. É essa diferença a rigor imperceptível entre uma e outra, mas que remete, a meu ver, a dois grandes blocos históricos (cuja comparação desenvolvo nos dois primeiros capítulos, Platão tomado como representante da Grécia antiga,e de uma relação com a Desrazão, em contraste com Hegel, expoente filosófico da Europa alienista e da relação predominante com a Loucura), que esse estudo visa explorar. O encobrimento dessa distinção entre Desrazão e Loucura não é um problema meramente vocabular, nem mesmo só conceitual. Rico em conseqüências, vai de par, por um lado, com a redução da singularidadedes arrazoada a uma questão clínica, e, por outro, no plano do pensamento, a um refluxo da razão em direção à sua insularidade paranóica. Assim, ao pensar essa distinção e o seu ocultamento, trata-se também de questionar essas implicações.

Peter Pál Pelbart

Autor: Peter Pál Pelbart

Publicação original: 1989

Editora: Brasiliense

Idioma: Português

Link para download:

http://www.4shared.com/account/document/F0Kt8ONo/Peter_Pelbart_-_Da_clausura_do.html


A vertigem por um fio: Políticas da subjetividade contemporânea

Cartografa direções insuspeitas da subjetividade que, desterritorializadas pelo capital, escapam às suas capturas, à “axiomática do próprio capital”, na linguagem de Gilles Deleuze e Félix Guattari, afinidades teóricas do autor. Persegue, assim, o ainda não domado, novos “outramentos”, agenciamentos inusitados do desejo. Sem postular identidades, sonda a vida que, a um fio da vertigem, ex-perimentando-se a si mesma, opõe-se, no seu ácido achado, à “gorda saúde dominante”.
O tema central é a relação entre o tempo e a subjetividade na contemporaneidade, a produção de novas imagens de tempo. Nos estados em que a subjetividade é pura produção desejante, engendram-se novas configurações de tempo que se evidenciam, segundo o autor, sobretudo na literatura, em certa filosofia, ou nos colapsos subjetivos. Em tais estados, de produtividade imprevista, essas imagens, até então enigmas, ganham nitidez inaudita.

Tudo neste livro, que dissolve os limites entre literatura, filosofia e psicanálise, transtorna o leitor. Em A Vertigem por um Fio, Pelbart indicia, em 19 ensaios, políticas da subjetividade, acusando, ao modo sismográfico, gestos gestados, ainda não gessados, de reinvenção da vida. Cartografa direções insuspeitas da subjetividade que, desterritorializadas pelo capital, escapam às suas capturas, à “axiomática do próprio capital”, na linguagem de Gilles Deleuze e Félix Guattari, afinidades teóricas do autor. Persegue, assim, o ainda não domado, novos “outramentos”, agenciamentos inusitados do desejo. Sem postular identidades, sonda a vida que, a um fio da vertigem, ex-perimentando-se a si mesma, opõe-se, no seu ácido achado, à “gorda saúde dominante”. O tema central é a relação entre o tempo e a subjetividade na contemporaneidade, a produção de novas imagens de tempo. Nos estados em que a subjetividade é pura produção desejante, engendram-se novas configurações de tempo que se evidenciam, segundo o autor, sobretudo na literatura, em certa filosofia, ou nos colapsos subjetivos. Em tais estados, de produtividade imprevista, essas imagens, até então enigmas, ganham nitidez inaudita.

Nascimento Fabbrin

Autor: Peter Pál Pelbart

Publicação original:2000

Editora: Iluminuras

Idioma: Português

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O inconsciente estético

 

Este livro não se propõe a entender como os conceitos freudianos se aplicam à interpretação de obras lirárias e artísticas. Ao contrário, ele procura demonstrar como as formulações de Freud estão em estreita relação com os movimentos da arte ocorridos sobretudo a partir do romantismo, explorando as tensões da lógica do inconsciente e uma outra lógica, a do inconsciente estético.

Jacques Rancière

Autor: Jacques Rancière

Publicação original: 2001

Editora: Editora 34

Idioma: Português

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http://www.4shared.com/document/cuQcU_d2/Jacques_Rancire_-_O_inconscien.html