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Debord, Guy

In girum imus nocte et consumimur igni e Crítica da separação

Não farei neste filme concessão alguma ao público. Muitíssimas, excelentes razões justificam, aos meus olhos, uma tal conduta, e as direi. Antes de mais nada, é por demais notório que jamais fiz concessões às idéias dominantes de minha época, nem a nenhum dos poderes existentes. Além disso, qualquer que seja a época, nada importante é comunicado em se poupando um público, ainda que fosse composto por contemporâneos de Péricles. E, no espelho congelado da tela, os espectadores não vêem atualmente nada que evoque os cidadãos respeitáveis de uma democracia.

Não farei neste filme concessão alguma ao público. Muitíssimas, excelentes razões justificam, aos meus olhos, uma tal conduta, e as direi. Antes de mais nada, é por demais notório que jamais fiz concessões às idéias dominantes de minha época, nem a nenhum dos poderes existentes.Além disso, qualquer que seja a época, nada importante é comunicado em se poupando um público, ainda que fosse composto por contemporâneos de Péricles. E, no espelho congelado da tela, os espectadores não vêem atualmente nada que evoque os cidadãos respeitáveis de uma democracia.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicação original: 1990

Editora: Oficina Raquel

Idioma: Português

Link para download:

http://www.4shared.com/document/tn9JEamc/Debord_-_In_girum_imus_nocte_e.html

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Teoria da deriva

Levantamento de trajetos, Chombart de Lauwe, c. sem data

Entre os diversos procedimentos situacionistas, a deriva se apresenta como uma técnica de passagem rápida por ambiências variadas. O conceito de deriva está indissoluvelmente ligado ao reconhecimento de efeitos de natureza psicogeográfica e à afirmação de um comportamento lúdico-construtivo, o que o torna absolutamente oposto às tradicionais noções de viagem e de passeio.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicação original: 1956

Editora: Internationale Situationniste n°2

Idioma: Espanhol

Link para download:

http://www.4shared.com/document/4eRI4xV4/Debord_-_Teoria_da_deriva__Esp.html


Teses sobre a revolução cultural

In our spectatacular society, Internationale Situationniste, c.sem data

Tese n°2: A arte pode deixar de ser um relato sobre as sensações  para tornar-se uma organizaçāo direta de sensações superiores. Trata-se de produzir a nós mesmos e não coisas que nos escravizam.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicação original: 1958

Editora: Internationale Situationniste n°1

Idioma: Inglês

Link para download:

http://www.4shared.com/document/M1UM0uGh/Debord_-_Teses_sobre_a_revoluo.html


A sociedade do espetáculo

Uma teoria crítica como esta não tem que ser mudada: não enquanto não tiverem sido destruídas as condições gerais do longo período da história de que esta teoria teria sido a primeira a definir com exatidão. A continuação do desenvolvimento do período não fez se não confirmar e ilustrar a teoria do espetáculo cuja exposição, aqui reiterada, pode também ser considerada como histórica em uma acepçāo menos elevada: testemunha o que foi a posiçāo mais extremada por ocasiāo das disputas de 1968 e, portanto do que já era possível de saber em 1968. Os mais equivocados desta época puderam aprender a partir de então, pelas desilusões de toda sua existência, o que significavam “a negação da vida que se tornou visível”, “a perda da qualidade” ligada à forma-mercadoria e à “proletarização do mundo”.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicaçāo original: 1967

Editora:  Contraponto

Idioma: Português

Link para download:

http://www.4shared.com/document/A7qJxHFq/Debord_-_A_sociedade_do_espetc.html

Idioma: Francês

Link para download:

http://www.4shared.com/document/XtcVUDcw/Debord_-_A_sociedade_do_espetc.html


Introduçāo a uma crítica da geografia urbana

The Naked City, Guy Debord, c.1957

De todos os acontecimentos que participamos, com ou sem interesse, a busca fragmentária de uma nova forma de vida é o único aspecto ainda apaixonante. É necessário desfazer aquelas disciplinas que, como a estética e outras, se revelaram rapidamente insuficientes para essa busca. Deveriam se definir então alguns campos de observação provisórios. E entre eles a observação de certos processos do acaso e do previsível que se dão nas ruas.

Guy Debord

Autor: Guy Debord

Publicação original: 1955

Editora: Casa da Palavra

Idioma: Português

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http://www.4shared.com/document/2jJ26vez/Debord_-_Introduo_a_uma_crtica.html

Idioma: Espanhol

Link para download:

http://www.4shared.com/document/YRGzsfnp/Debord_-_Introduo_a_uma_crtica.html